19 de mar. de 2020

Como se prevenir de outro perigo, além do coronavírus

Como se prevenir de outro perigo, além do coronavírus? Sim, existe outro.


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A ameaça do vírus está aí, e estamos bem informados de como se prevenir. Porém, há outro perigo que, para se prevenir, é preciso ter noção de duas coisas... 

Como se prevenir do coronavírus é de domínio público: evitar aglomerações, ambientes arejados e higiene (álcool gel), como você pode ver aqui na publicação Tecnologia controlada, China e o coronavírus.

Mas outra coisa que incomoda é o turbilhão de informações, que desorienta e dá uma ideia de perigo além da realidade, não é verdade?

Por mais que você já tenha o seu canal de notícias favorito, que você confia, tem duas coisas, ou melhor, dois fenômenos que ajudam você a se prevenir de outro perigo.

Informações de "pirar o cabeção"


"Talvez este seja o vírus mais temido da história!" - disse o Sávio Mota do Instituto Borborema, no programa Brasil Comentado

Esta é a primeira coisa que é bom saber: a IBM fez uma pesquisa nos anos 80, mostrando o quanto um conjunto de informações afeta a nossa cabeça:
Um estudo conjugado da IBM e da Universidade de Stanford demonstrou que é possível produzir artificialmente um quadro paranoico em sujeitos normais, simplesmente submetendo-os a um fluxo de informações que os deixem num leve estado de alerta contra o risco de situações humilhantes.
Você ouve de tudo que é lado o mesmo assunto agora e percebe esse estado de alerta. Não é parecida a situação?

Tá certo - você deve se informar quando há uma situação de ameaça e tomar todos os cuidados. O ponto é quando você percebe que está passando dos limites, "pirando o cabeção".

E o que fazer? 

sabendo deste perigo de ficar paranoico, você já tem um meio de buscar se acalmar

Parece simples demais, mas é isso. Você procura se lembrar e "maneirar" a ânsia de ficar antenado em tudo que é informação que aparece.


A projeção do DataShow da sua imaginação assusta você


O que você entende que seja histeria? Talvez seja aquela reação de uma pessoa "surtada", gritando, esperneando, fazendo um "escarcéu"? 

Quem define bem é o professor Olavo de Carvalho no Facebook
Histeria não tem nada a ver com ter chiliques e dar gritinhos, embora essas coisas às vezes aconteçam. Histeria basicamente é mentir para si mesmo, é autopersuasão forçada, é criar um falso personagem e acreditar nele.
O mesmo Olavo também escreveu um artigo em 2014 mostrando que o histérico "não enxerga o que está diante dos seus olhos, mas o que é projetado na tela da sua imaginação pelo medo e pelo ódio.

Dá para imaginar? 


Depois que você assistiu e recebeu várias notícias de pessoas infectadas com o vírus, mortes, o número crescendo, se espalhando pelo mundo e finalmente aparecendo na sua cidade...

Você pode dizer: "Ah, mas se a notícia está em todo o lugar, é sinal que a coisa é séria!"

Sim, porém é importante saber o que é histeria na prática, saber que eu e você podemos projetar ameaças como se fossem realidade, coisas só da nossa cabeça. 

Como acontece com o DataShow, amplia e causa maior impacto.

Sabendo disso, você já não fica muito impressionado logo de cara, respira fundo e não entra em pânico. Afastando o medo você preserva seu sistema imunológico, alertam os médicos.

Veja também: Ansiedade e tecnologia: como se livrar desta fria!

Assista ao bate papo entre Larissa Michelin e o médico Dr. Ítalo Marsili sobre o assunto:


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