27 de abr. de 2020

Fatos sobre Covid-19 no Brasil para acalmar os ânimos e combater pânicos

Esta publicação mostra o que se sabe atualmente sobre o coronavírus, com dados importantes que esclarecem, lançando luzes neste momento de dúvida, apreensão, incerteza e medo.




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Protocolo de combate à epidemias internacional

(informação dada por Taiguara Fernandes, convidado da Covid-19 no Brasil: a análise completa / LIVE dia 21/04/2020)
  1. Quando a epidemia é pequena e apresenta poucos casos, fecha-se as portas de entrada, faz um isolamento curto e teste nas pessoas possivelmente infectadas (por um curto período);
  2. Isola-se somente infectados e grupos de risco e libera a outra parte da população para ir para o terceiro passo;
  3. Herd immunity - quando toda a população vai se imunizar contra a doença;

Dois especialistas internacionais colocam isso: 


Em 18 de março, o imunologista Travel Bradford do  Fred Hutchinson Cancer Research Center de Seattle, USA. Alertando que deixar as pessoas durante 30 dias em casa resulta em consequências econômicas muito piores que a doença;

Marc Lipsitch da universidade de Harvard e diretor do centro de controle de doenças, que afirma que é preciso passar gradualmente de etapas de isolamento, até que a população se autoimuniza. Se deixar todos isolados durante 30, 60, 90 dias, quando soltar, todo mundo fica doente do mesmo jeito.

O estudo do dr. francês Didier Raoult, divulgado dia 18 de março: de 36 pacientes, 20 foram tratados com hidroxicloroquina e se recuperaram, enquanto os 16 restantes, do grupo controle, não teve a recuperação dos outros 20. No primeiro estudo que ele fez em 1961, óbito de 0,46% dos 1061 pacientes.

Também teve a informação do dr. Vladmir Zelenko - que tratou 699 pacientes, 30 de março, que adicionou uma substância a mais, além do protocolo hidroxicloroquina e azitromicina, que foi o zinco. Do total de pacientes, apenas um morreu e porque não seguiu o protocolo.

Não é novidade que o hidroxicloroquina pode ser utilizado para combater a família do coronavírus. Desde 2002 ele foi utilizado para combater o SARS COV 1 (o vírus hoje é SARS COV 2).


Metodologia de tratamento; apresentação de estudos científicos

Estudos feitos ano após ano comprovam: existe tratamento eficaz para combater o SARS COV 2 - Síndrome respiratória aguda grave (família do coronavírus)

Agosto de 2004 (Bélgica - Inibição da síndrome SARS, o coronavirus SARS por cloroquina:
Cloroquina, uma droga anti-malarial, pode ser considerada para uso imediato para prevenção e tratamento do SARS COV.
Agosto de 2005 (CDC - Atlanta - Estados Unidos - Cloroquina é o potencial inibidor das infecções e crescimento do vírus da SARS, o coronavirus SARS):
"Nós reportamos que a cloroquina tem fortes efeitos anti-virais contra a infecção do SARS COV" (conclusão do estudo)
Fevereiro de 2006 (Lancet - novos insights do estudo com cloroquina):
"A droga anti-malarial cloroquina tem potenciais benefícios e efeitos em doenças virais como HIV 1 e síndrome SARS."
Agosto de 2009 (Atividade anti-viral do cloroquina contra o coronavirus humano OC43 - Newborn Mice):
Tratamento feito em ratos, com o detalhe que o medicamento foi ministrado com a mãe e teve efeitos nos filhotes recém-nascidos.
Revista Nature, Janeiro de 2010 (Velha droga, novas perspectivas):
"Originalmente usada contra agentes parasitários, a droga anti-malarial também demonstro elevados efeitos anti-microbiais e contra HIV e SARS."https://www.nature.com/articles/nrrheum.2009.235?platform=oscar&draft=collection
Sobre zinco, Novembro 2010: https://journals.plos.org/plospathogens/article?id=10.1371/journal.ppat.1001176


Resumindo, a droga foi utilizada com sucesso contra todas as ocorrências de coronavírus.

Estados Unidos, França, Índia, Marrocos, Polônia, vários países da África, como Senegal, Gana, Argélia, todos adotaram o tratamento com cloroquina.

Dados do site do Ministério da Saúde, base de dados do DataSUS sobre influenza e pneumonia (por Aluísio Dantas);

  • Em 2018, 81.440 pessoas morreram - 6.787 de média mensal;
  • Por faixa etária, o número maior de óbitos se dá no grupo de 80 anos ou mais - 50%; juntando 60, 70 e 80 sobe para 80%;
  • 24.000 só em São Paulo - média de 2000 ao mês;
  • 955 bebês morreram naquele ano - 1,2%;

COVID-19

  • 38.654 casos confirmados (22 de abril);
  • 2472 óbitos;
  • São Paulo com mais casos, 1015; 
  • Rio de Janeiro com 402; 
  • Pernambuco, 216;  
  • Ceará, 186;

Conclusão


O tratamento existe e não é novidade, como mostram os estudos (desde 2004) e a taxa de mortalidade é baixa, comparada com pneumonia e influenza.

                        Tecnologia controlada, China e o coronavírus 

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